sábado, 14 de novembro de 2009

A Clarice Lispector com o espírito infantil

OI!!!
Bem vou falar um pouco sobre a infantilidade da genial Clarice Lispector, todos nós sabemos muito bem que ela é um grande mestre em suas historias e por que ela também não compartilhava suas brilhantes historias com as crianças???
quem disse que ela não fazia isso, pois ela fazia isso sim, e fazia muito bem!!!
Que tal vermos um pouco sobre sua genialidade e seu espírito infantil, com algumas obras dela???
Então vamos entrar nesse mundo diferente vendo algumas obras infantis da grande Clarice Lispector!!!
















Agora que já vimos um pouco do universo infantil de Clarice Lispector, que tal experimentar ler uma dessas ou outras obras da grande mestre???
Tenho certeza que não irá se arrepender!!!



Clarice Lispector...

Um estilo estranho.

Um estilo de ser.

Um estilo próprio.

Um estilo único.



Clarice Lispector.

A enigmática!

Duas formas de pensar.

Vários trajetos para traçar.

Vários contos para contar.

E vários caminhos para trilhar.

por: Luiz Alberto e Carliany

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A Paixão Segundo G.H.



Por: Carliany,Alainy,Maria clara marques e Maria irene.

POEMA PARA CLARICE


A ENIGMÁTICA





A enigmática...

Um mistério?

Um enigma?

Uma temática?

Não.

Uma mulher!

Uma simples mulher,

Que não tem nada de simples.

Uma visão de mundo!

Um mundo irreal?

Os sentimentos da vida!

A enigmática...

Clarice Lispector.

Postado por Luiz Alberto – 7ª série

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Clarice Lispector A hora da Estrela



Por: Jane Kelly e Maria Clara Marques

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Clarice Lispector - Jornalista







Embora tenha se formado em Direito, Clarice Lispector nunca advogou, sobrevivendo basicamente do jornalismo e, acessoriamente, dos trabalhos de tradução. Em 1940, quando ainda cursava a faculdade, ela ingressou no Departamento de Imprensa e Propaganda para exercer, em princípio, a função de tradutora, mas findou sendo redatora da Agência Nacional. Sua primeira reportagem, “Onde se ensinará a ser feliz”, foi publicada em 19 de janeiro de 1941, no Diário do Povo, de Campinas (SP), relatando a visita da primeira-dama da República, Darcy Vargas, a um orfanato feminino. No ano seguinte, ela começou a trabalhar como redatora de A Noite e obteve seu registro profissional como jornalista, profissão que exerceria até dois meses antes de falecer, com o hiato forçado pelo período em que viveu no exterior como esposa do diplomata Maury Gurgel Valente.

Durante os anos 50 e 60, Clarice escreveu, sob os pseudônimos de Teresa Quadros, Helen Palmer e como ghost-writer da atriz e modelo Ilka Soares, respectivamente, para os jornais Comício, Correio da Manhã e Diário da Noite. Os textos tratavam do universo próprio das mulheres da época, dando dicas de economia doméstica, receitas culinárias, saúde e comportamento. Passada esta fase das colunas femininas de contingência – reunidas nos títulos Correio feminino e Só para mulheres, organizados por Aparecida Maria Nunes –, Clarice Lispector teve papel de destaque no Jornal do Brasil, onde foi colaboradora na mesma época que Carlos Drummond de Andrade, assinando uma crônica semanal aos sábados, entre agosto de 1967 e dezembro de 1973. Os textos foram reunidos em livro por seu filho, Paulo Gurgel Valente, em 1984, na coletânea A descoberta do mundo.


curiosidades sobre Clarice:

A literatura brasileira era dominada por uma tendência essencialmente regionalista, com personagens contando a difícil realidade social do país na época. Clarice Lispector supreendeu a crítica com seu romançe, quer pela problemática de carácter existencial, completamente inovadora, quer ter o estilo solto elípitco, e fragmentário,que críticos reputaram reminiscente de James Joyce e Virginia Woolf, se bem que ainda mais revolucionário.







A obra de Clarice ultrapassou qualquer tentativa de classificação. A escritora e filósofa francesa Hélène cixous vai ao ponto de dizer que há uma literatura brasileira A.C. (Antes da Clarice) e D.C.(Depois da Clarice).

  Seu romance mais famoso talvez seja a hora da estrela, o último publicado antes de sua morte. Este livro narra a vida de Macabéa, uma nordestina criada no estado de Alagoas que migra para o Rio de Janeiro, e vai morar em uma pensão, tendo sua rotina descrita por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M.
 
   Clarice verteu para o português, em 1976, o livro entrevista com o vampiro,  da autora estadunidense Anne Rice.

     A primeira edição de onde estivestes de noite foi recolhida por ter sido colocado, erroneamente, um ponto de interrogação no título.


                         Por:     Maria Clara Cortez

domingo, 8 de novembro de 2009

A Hora da Estrela: Clarice Lispector

O Projeto Literatura Viva sempre contemplou grandes autores da literatura universal, sim, digo autores (homens) agora porém, iremos contemplar uma autora de grande respaldo: Clarice Lispector. 
Essa é uma boa oportunidade para nossos alunos terem contato com uma literatura instrospectiva, sensível e de carater essencialmente humanos e universais. Confesso que ao saber quem seria a escritora priviliegiada desse ano julguei como algo difícil, tendo em vista a complexidade de suas obras, segundo a própria autora: "Algumas pessoas cosem para fora; eu coso para dentro". Fiquei pensando como os alunos entenderiam esse "coser para dentro".
Que inocência!! Nossos alunos buscaram linha e agulha e agora "cosem Clarice" como pontos que perpassam por entre retalhos que se encontram sobre a  vida e a obra da autora e ao término desse trabalho, teremos exposta na Praça de Eventos um lindo trabalho manual, finamente acabado e bordado por mãos ainda jovens, mas que desde já se mostram habilidosas para o ofício.
Editado por: Adalvani, professora que se surpreende a cada dia com a capacidade criadora de seus alunos



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